CARGA HORÁRIA

 16 HORAS

INVESTIMENTO

R$ 2.790,00

POR PESSOA. CONSULTE CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA GRUPOS

INCLUINDO

CERTIFICADO COM REGISTRO EM CARTÓRIO, PASTA EXECUTIVA, CANETA, LAPISEIRA, MARCA TEXTO
04 COFFEE BREAKS + 02 ALMOÇOS

FALTAM

  • 00 Dias
  • 00 Horas
  • 00 Minutos
  • 00 Segundos

PARA ESTE TREINAMENTO

O TREINAMENTO

O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – Sinapi é o referencial oficial de preços para contratação de obras públicas e serviços de engenharia pela Administração Pública Federal. Com relação ao tema, o Decreto 7983/2013 determina que os custos Sinapi sejam utilizados como referências para os valores de obras públicas executadas com recursos federais.
Ademais, as Lei 12.462/2011, que instituiu o RDC, e a nova Lei 13.303/2016, que disciplinou o regime licitatório das empresas estatais, trazem disposições obrigando o uso do referido Sistema, inclusive nas contratações de obras que não contam com a previsão de recursos federais.
Desde 2013, iniciou-se processo para aferir as composições de custos do Sinapi, a partir da observação de várias de obras distribuídas no território brasileiro, realizando-se levantamento de dados do consumo de materiais e de produtividade da mão de obra e de equipamentos para execução de serviços.
Ante o exposto, esse treinamento visa promover um treinamento avançado sobre orçamentação de obras utilizando o Sinapi, contando com uma abordagem inédita, focada na jurisprudência do TCU sobre o tema.
No decorrer do curso, em paralelo com a apresentação do conteúdo, será desenvolvido integralmente um orçamento real, contemplando dos serviços preliminares da obra até os seus acabamentos, tomando como base as composições de custo do Sinapi.

Objetivo Geral: Qualificação de profissionais para a elaboração de orçamentos de obras utilizando o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – Sinapi.

Público Alvo: Fiscais de obras, membros de comissões de licitação, agentes envolvidos na elaboração, análise e/ou aprovação de projetos, gestores de contratos, servidores públicos que trabalham diretamente com a elaboração de editais, especificações e planilhas de preços das licitações de obras públicas e serviços de engenharia, arquitetos, engenheiros, tecnólogos, construtoras, empresas projetistas e auditores lotados em órgãos de controle interno e externo.

PROGRAMAÇÃO

RESUMO DO CONTEÚDO:

• Os entendimentos do TCU sobre o uso do Sinapi;
• O cálculo e as polêmicas sobre o BDI;
• Desoneração da folha de pagamento;
• Estudo de caso com o passo a passo para elaboração de um orçamento completo de uma obra utilizando o Sinapi.




a) Introdução

• Comprovação da boa e regular aplicação dos recursos públicos.
• Propriedades do Orçamento de Obras.
• O processo de formação do preço de obras públicas.

b) Visão Geral do Sinapi

• Histórico e origem. Como o Sinapi Funciona?
• Tipos e Relatórios Gerados pelo Sinapi: Relatórios de insumos, Relatórios de composições de serviços e Relatórios de orçamentos de projetos.
• Versões do Sinapi. Versão Web (informações disponíveis, acesso, relatórios e utilização)
• SIPCI (informações disponíveis, acesso, relatórios, utilização) • Projetos padronizados cadastrados
• Manual de metodologias e conceitos do Sinapi
• Catálogo de composições analíticas
• Banco Nacional de Composições; Banco Referencial, Bancos regionais e bancos de instituições
• Responsabilidades do IBGE e da CEF
• O processo de aferição das composições
• Metodologia da árvore de fatores
• Manutenção das composições e dos insumos
• Insumos representativos (C), representados (CR) e atribuídos (AS)
• Tipos de composição de custo unitário do Sinapi
• “Kits de composições”
• Composições Representativas
• Composições Auxiliares de transporte de materiais no canteiro de obras
• Apresentação dos principais cadernos técnicos das composições aferidas do Sinapi
• Estudos de caso de orçamentação de obras com o Sinapi Aferido
• Jurisprudência do TCU

c) Cálculo dos Quantitativos de Serviços

• Erros mais cometidos
• A influência do critério de medição e pagamento dos serviços
• Critérios de Quantificação Estabelecidos nos Cadernos Técnicos do Sinapi
• Quantificação de serviços utilizando árvores de composições e mediante o uso de composições representativas.
• Particularidades das empreitadas por preço global. O que fazer quando foram constatadas superestimativas ou subestimativas de quantitativos? Qual é o entendimento do TCU sobre o assunto?
• Definição do cronograma de pagamentos nas empreitadas por preço global.

d) Mão de Obra e Encargos Sociais

• Apropriação da produtividade da Mão de Obra no Sinapi
• Fatores que influem na produtividade; “árvore de composições”
• Encargos Sociais para mão de obra horista e mensalista.
• Conversão dos salários de mensalistas para horistas.
• Composições auxiliares de custo com mão de obra do Sinapi
i.Alimentação dos Empregados
ii. Transporte dos Empregados
iii. Exames médicos
iv. Seguro de vida
v. EPI
vi. Ferramentas

e) Desoneração da folha de pagamento

• Disposições da Leis 12.844/2013, 13.043/2014 e 13.161/2015
• Quais tipos de obras estão desonerados?
• Como preparar os orçamentos para as licitações? Com ou sem desoneração?
• O impacto nos encargos sociais
• Relatórios do Sinapi com ou sem desoneração. Como e quando utilizá-los?
• A incidência da contribuição previdenciária sobre a receita bruta
• Entendimentos do TCU sobre o tema
• O impacto da desoneração da folha nos contratos em andamento. Será necessário realizar o reequilíbrio dos contratos? Como realizar tal procedimento?

f) Materiais de Construção

• Metodologia de Apropriação dos Coeficientes de Consumo no Sinapi
• Custos Unitários dos Materiais
• Metodologia de pesquisa de preços adotada pelo IBGE para alimentação do Sinapi
• Insumos representados x insumos representativos
• Imputação de preços
• Como orçar obras executadas fora dos grandes centros urbanos? Custos com fretes
• Coletas extensivas
• Transportes internos da obra
• Cotação de preços: Definição de critérios de obtenção dos custos de materiais: Menor preço (cotação no mercado ou custos de materiais objeto de pregão), Média Aritmética, Mediana, Moda.
• Aplicação por analogia da IN SLTI 5/2014 para cotação de preços de materiais.
• Utilização e cuidados com a cotação Cotações de Preços
• Causas para distorções entre custos referenciais e preços efetivamente transacionados
i. Efeito cotação
ii. Efeito “Administração Pública”
iii. Efeito barganha
iv. Efeito correlação
v. Efeito imputação
vi. Efeito prazo
vii. Efeito marca
• Acórdão 2.984/2013 - Plenário (pesquisa de preços) e outros julgados do TCU

g) Mobilização e Desmobilização

h) Instalação do Canteiro de Obras

i) Administração Local e Manutenção/Operação do Canteiro de Obras

• Salários da Mão de Obra Indireta
• Custo com Veículos Leves e Outras Viaturas
• Como fazer a medição da Administração Local?
• Como orçar tais parcelas de custo?
• Estudos de casos e jurisprudência do TCU

j) Custo Horário dos Equipamentos

• Custos Operativos e Improdutivos
• Metodologia de cálculo dos custos horários produtivos e improdutivos utilizados pelo Sinapi.
i. Vida útil dos equipamentos
ii. Seguros e impostos
iii. Horas trabalhadas por ano e horas disponíveis por ano
iv. Depreciação
v. Juros
vi. Custo de manutenção
vii. Custos de operação
• O fator de tempo de trabalho (FTT) utilizado pelo Sinapi

k) BDI

• Exigência de Detalhamento do BDI
• Parcelas que Compõem o BDI
i. Despesas Financeiras
ii. Administração Central
iii. Impostos
iv. Seguros e Garantia
v. Riscos (Incertezas e Contingências)
vi. Remuneração
• Fórmula de Cálculo do BDI
• BDI de obras beneficiadas pela desoneração da folha de pagamento
• BDI Diferenciado para Aquisição de Equipamentos
• Obtenção de um BDI de referência
• Acórdão 2.622/2013 – Plenário - Faixa referencial de BDI do TCU para obras públicas

l) Utilização de Sistemas Referenciais de Preços e do Sinapi

• Como utilizar tabelas referenciais de custos.
• Outros Sistemas Referenciais de Preços
• Exemplos de adaptações nas composições referenciais do Sinapi
• Elaboração de um Orçamento Utilizando o Sinapi

m) Orçamento para Aditivos Contratuais

• Inclusão de serviços novos
• Definição do Jogo de Planilha
• Pressupostos para Ocorrência do Jogo de Planilha
• Apuração do Jogo de Planilha
i. Método do Desconto
ii. Método de Comparação com a Proposta da Segunda Licitante melhor Classificada.
• O que Fazer quando o Jogo de Planilha for Detectado?
• Disposições do Decreto 7.983/2013 sobre aditivos.
• Jogo de Cronograma
• Como Evitar o Jogo de Planilha?

n) Orçando com o Sinapi

• Elaboração completa do orçamento para licitação de uma obra de edifício residencial multifamiliar, de 4 pavimentotos sem elevador, com 986,34 m² de área equivalente (16 unidade habitacionais de 49,08 m²), padrão baixo, alvenaria convencional, com sala, dois quartos, banheiro, cozinha e área de serviço.

PALESTRANTE

andre-baeta

ANDRÉ PACHIONI BAETA

André Pachioni Baeta é engenheiro graduado pela Universidade de Brasília. Desde 2004, exerce o cargo de Auditor Federal de Controle Externo do Tribunal de Contas da União, atuando na fiscalização e controle de obras públicas. Participou, como integrante da equipe de auditoria ou como supervisor da fiscalização, de diversas auditorias de obras públicas.
Ocupou por três anos o cargo de direção da divisão encarregada da gestão do conhecimento do TCU em auditoria de obras, bem como do desenvolvimento de métodos e procedimentos relativos ao tema. Área também incumbida de auditar os sistemas referenciais de preços da Administração Pública Federal. Dentre outros trabalhos, foi responsável pela elaboração do Roteiro de Auditoria de Obras Públicas do TCU.
Atualmente, exerce a função de Assessor de Ministro do TCU.
É autor dos livros “Orçamento e Controle de Preços de Obras Públicas” e “Regime Diferenciado de Contratações Públicas – Aplicado às Licitações e Contratos de Obras Públicas”, publicados pela Editora Pini.
Também é conferencista em diversos eventos e instrutor da ESAF, do Instituto Serzedello Corrêa – TCU e de outras empresas, onde ministra cursos sobre RDC, licitação e fiscalização de contratos, auditoria e orçamentação de obras públicas.
Foi eleito presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas – Ibraop para os biênios 2013/2014 e 2015/2016. Ainda no âmbito do Ibraop, coordenou a elaboração das Orientações Técnicas OT-IBR 004/2012 (Precisão do Orçamento de Obras Públicas) e OT-IBR 005/2012 (Apuração do Sobrepreço e Superfaturamento em Obras Públicas).

INVESTIMENTO

R$ 2.790,00

– A Con Treinamentos oferece propostas personalizadas para capacitação de grupos e equipes. Entre em contato com nossas consultoras.

. Material didático EXCLUSIVO;
. Pasta Executiva | Caneta | Lapiseira | Marca Texto
. Certificado com Registro em Cartório
. 04 Coffee Breaks + 02 Almoços

FORTALEZA – CE | 17 e 18 de DEZEMBRO 2018.

Pagamento:

A inscrição poderá ser efetuada pelo telefone (41) 3376-3967 , através do e-mail contato@contreinamentos.com.br ou pelo nosso site www.contreinamentos.com.br

O pagamento deverá ser realizado em nome de ConnectON Marketing de Eventos Ltda, CNPJ nº 13.859.951/0001-62 em algum dos seguintes bancos:

BANCO BRADESCO
Ag. 3200 – C/C 7760-7

BANCO DO BRASIL
Ag. 3041-4 – C/C 125.211-9

icon-indique

INDIQUE ESTE TREINAMENTO