O aprimoramento da administração pública e a busca por maior qualificação do gasto público foram temas de reunião realizada na manhã desta segunda-feira (10.08), entre o presidente do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE/BA), conselheiro Gildásio Penedo Filho, e o secretário da Fazenda do Estado da Bahia, Manoel Vitório. Durante o encontro, realizado no gabinete da presidência da Corte de Contas, foram compartilhadas experiências e discutidas iniciativas voltadas ao aperfeiçoamento da gestão pública.
Entre os assuntos abordados esteve a política de qualificação do gasto público desenvolvida pela Secretaria da Fazenda (Sefaz), que, segundo o secretário, passa por um novo momento de expansão e aprimoramento. “Estamos preparando um novo salto nessa política de qualificação do gasto público. Já temos o programa e estamos melhorando, entrando em uma nova fase”, explicou Manoel Vitório, acrescentando que a proposta não se limita à busca por economia, mas envolve também a requalificação da aplicação dos recursos públicos.
O secretário informou que a Secretaria da Fazenda tem mantido tratativas com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sobre a nova etapa da política de qualificação do gasto público. Para ele, a experiência acumulada pelo Tribunal de Contas pode contribuir para o aperfeiçoamento das ações. “Esta Casa tem muito a contribuir, como tem contribuído para o aperfeiçoamento da máquina pública”, ressaltou.
Para o presidente do TCE/BA, a reunião foi uma oportunidade de aproximar experiências e conhecimentos em torno de objetivos comuns da administração pública. “O Tribunal de Contas tem, entre suas atribuições, o compromisso de contribuir para o aperfeiçoamento da administração pública, e o intercâmbio com outros órgãos e gestores permite compartilhar conhecimentos, experiências e diferentes perspectivas. A reunião reforça a importância do diálogo institucional na busca por práticas cada vez mais eficientes e qualificadas para a administração pública do nosso Estado”, afirmou Gildásio Penedo Filho.
Fonte: TCE-BA









