Especialistas discutem a integração entre o BIM e o GIS

Especialistas em infraestrutura abriram os debates do segundo dia do BIM Experience discutindo tema de grande relevância para o setor: a integração entre o BIM (Building Information Modeling) e o GIS (Geographic Information System).

A arquiteta e urbanista Melissa Midori Yamada, especialista em gestão técnica do meio urbano, apresentou o que vem sendo desenvolvido no mundo em relação às duas tecnologias; a organização da informação e a importância para a gestão dos dados; os usos; e as similaridades e diferenças.

Segundo ela, o BIM traz uma metodologia de trabalho colaborativo com o objetivo de obter maior acurácia, validação e informação controlada sobre os ativos, com a relação de tempo. De acordo com os objetivos e tipo de construção, pode-se trabalhar com as diferentes dimensões do BIM 3D (modelagem), 4D (planejamento), 5D (orçamentação) e 6D (manutenção). Quanto ao GIS, é usado para estudar questões que são impulsionadas pela geografia.

“O BIM é útil para gerenciar dados de tudo que está dentro da construção, enquanto o GIS é aplicado ao que está do lado de fora”, explica a arquiteta.

Ao final de sua apresentação, Melissa Yamada citou alguns exemplos de aplicações da tecnologia GIS no DER/PR, entre eles, o SondaGIS, que visa o mapeamento dos dados geotécnicos (sondagens e ensaios) disponibilizados a partir dos diversos projetos desenvolvidos pela instituição ao longo do tempo, e o RodaGIS, que tem como objetivo a análise de geometria de rodovia em segmentos críticos visando a melhoria da gerência da malha rodoviária em relação a obras que objetivam mitigação de acidentes causados por problemas da geometria das rodovias estaduais.

OBRAS DE INFRAESTRUTURA – Encerrando os debates da manhã desta terça-feira, durante o painel “A experiência do BIM em obras de infraestrutura”, Anderson Alvarenga, membro da rede BIM de governos latino-americanos e do Núcleo BIM do DNIT, discutiu a utilização do BIM em obras rodoviárias, e cases de estudo de eliminação de pontos críticos na BR-080/DF e BR-070/DF. Abordou ainda estudos de traçado e levantamentos realizados em rodovias, como inventário funcional dos pavimentos, incluindo equipamento a laser e detecção automática de todos os defeitos

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